quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Candidatos poderão consultar local de prova do Enem a partir de 16/10

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) informou nesta quinta (3) que a partir do dia 16/10 os candidatos inscritos no Enem 2019 poderão consultar os locais onde farão as provas nos dias 3 e 10/11. O endereço e número da sala estarão detalhados no cartão de confirmação, que poderá ser acessado pela página do participante, no site do Enem, a partir dessa data. Ao todo, esta edição do exame teve 5,09 milhões de inscritos, que farão as provas em 1.727 municípios. 

Os candidatos poderiam escolher no momento da inscrição a cidade onde desejam fazer as provas do exame, mas a distribuição entre as escolas e universidades que recebem a aplicação da prova é feita pelo Inep. O presidente do instituto, Alexandre Lopes, aproveitou o anúncio para lembrar do planejamento no dia da prova para evitar atrasos: “Antes do exame, é importante que os candidatos avaliem o trajeto até o local da prova para verificar a distância, o tempo gasto e a melhor forma de chegar. O objetivo é evitar atrasos nos dias de aplicação”.

Além do local de prova, é importante ficar atento também a outras informações disponíveis no cartão de confirmação, como as instruções sobre os materiais permitidos no dia da prova, se a opção de língua estrangeira escolhida está correta e se constam os dados de atendimento especializado, caso o candidato tenha optado por ele. 

O Inep também pontuou, na nota à imprensa, o reforço no sistema de segurança da prova neste ano: os celulares que emitirem qualquer som, mesmo que estejam guardados dentro do saco plástico lacrado, resultarão em eliminação. Nos anos anteriores já havia brecha para isso, mas cabia uma análise caso a caso. A medida foi oficializada no edital apenas nesta edição. 

O Enem 2019 começa exatamente daqui a um mês, com aplicações das provas nos dias 3 e 10/11, a partir das 13h.

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quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Posso fazer Direito e trabalhar em outro país como advogada?

Se eu fizer Direito aqui no Brasil e quiser morar em outro país, eu teria que fazer a graduação novamente ou basta uma especialização? Eu gosto muito dessa área, mas também gostaria de viver em outro país em algum momento.

Giovana Alves

Por JULIANA RISSARDI, sócia-consultora da People & Results 

É importante você saber que a área do Direito é bastante diferente entre os diversos países portanto isso significa que há regulações diferentes também. Portanto, vai depender do país em que você quer residir e trabalhar. 

( function() {
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// Verify message origin
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// Verify message is in a format we expect
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if ( iframe && ” === iframe.width )
iframe.width = ‘100%’;
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if (document.readyState === ‘complete’) {
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Como exemplo: EUA e Portugal. Nos EUA, o diploma de Direito do Brasil não é válido diretamente, ou seja, para você advogar lá precisa passar por algum destes passos: fazer novamente a faculdade lá, ser aprovada num mestrado lá ou trabalhar para um escritório de advocacia de lá. Mas isso também vai depender do estado, uma vez que nos EUA cada estado tem suas próprias regras de trabalho. 

Já em Portugal como temos leis parecidas e temos um acordo entre os países, é possível que você advogue lá somente se inscrevendo na OA, que é a OAB deles. 

Sendo assim, minha recomendação para você antes de iniciar sua graduação é pensar em onde quer fazer. Se você tem intenção de viver em outro país por que não tentar ir para lá para fazer a graduação lá? Assim você já conquista sua graduação junto com sua vontade de morar em outro país. 

Boa sorte!

People & Results

Empresas são feitas de profissionais. São eles que constroem, transformam e perpetuam a cultura corporativa. Quando colocadas em posições que exigem aquilo que cada um tem de melhor, alcançam desempenho superior, são mais felizes. Portanto, cuidar da cultura da empresa e da carreira é peça fundamental na gestão de pessoas e para o sucesso nos negócios. Em suma, pessoas e resultados são o nosso negócio.
(A consultoria, especializada em carreira e cultura organizacional, responderá periodicamente as dúvidas dos leitores do GE).

 

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Enem: como tirar nota máxima nas 5 competências da redação

Você já deve ter ouvido por aí que a redação do Enem é praticamente uma fórmula: se você cumprir todos os requisitos estipulados pelo exame, com certeza vai tirar uma boa nota. Se por um lado isso exige treino e estudo, por outro abre pouco espaço para correções infundadas ou critérios subjetivos. Ou seja, sabendo o que fazer, só vai depender dos seus estudos. 

A fórmula da redação do Enem é composta por alguns elementos, conhecidos como as cinco “competências”. Cada uma delas vale de 0 a 200 pontos, divididos em grupos de 40. Ou seja, você pode tirar 0, 40, 80, 120, 160 ou 200 pontos. No final, as notas de cada competência serão somadas e o resultado será sua nota final na redação. 

Para te ajudar a “gabaritar” todas as competências e conquistar a nota mil na redação do Enem, vamos te explicar o que é exigido em cada uma delas e, de quebra, sugerir alguns textos já publicados no GUIA sobre os assuntos. 

Competência 1: norma culta

A primeira competência diz muito sobre o básico esperado dos candidatos em uma redação: que eles saibam escrever dentro dos padrões da norma culta. Isso significa que quanto mais erros ortográficos e gramaticais você cometer, mais pontos você perde aqui. Na norma culta, também não é aceito o uso de gírias e abreviações, então cuidado com o “internetês” e com palavras usadas na linguagem oral do dia a dia. 

Por fim, aí vão três dicas para mandar bem nessa competência: 

  • Revise conteúdos básicos de acentuação, pontuação e as dúvidas mais recorrentes de ortografia;
  • Tome cuidado para não usar termos da linguagem coloquial;
  • Se estiver em dúvida sobre a ortografia ou a aplicação de alguma palavra na hora da prova, escolha um sinônimo ou substituto, mas não arrisque escrevê-la errado!
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Competência 2: entenda a proposta

Essa competência é um pouco mais ampla que a primeira. O texto do edital diz que, para alcançar os 200 pontos, o candidato deve “compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo”.

O que isso significa na prática? O corretor vai avaliar se você entendeu a proposta e soube desenvolvê-la em um texto dissertativo-argumentativo, que é o gênero textual exigido no Enem (por sinal, uma das competências é voltada especificamente para a análise do seu conhecimento sobre ele). 

Ou seja, aqui você precisa demonstrar que conseguiu, por meio dos textos de apoio e da proposta, entender do que se trata o tema. Parece simples, mas muitas pessoas acabam se enrolando em temas mais específicos, como foi a proposta do Enem 2017 sobre “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil“. Neste caso, era muito fácil fugir do tema, falando, por exemplo, da acessibilidade em outros ambientes que não fossem o escolar. A dica aqui é ler com muita atenção o tema proposto!

Competência 3: argumentação

Na terceira competência, os holofotes se voltam para sua argumentação. Os corretores querem saber se você sabe “selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista”.

Aqui, você precisa mostrar que baseou seu ponto de vista em fatos, por meio da apresentação de dados, exemplos e outras informações que te ajudem a construir uma boa argumentação. A veracidade dessas informações também será avaliada, então não vale inventar números, citações ou tentar enrolar o corretor. Além de tudo, sua linha de pensamento tem que ser fluida e fazer sentido — as famosas coerência e coesão, que serão avaliadas também na competência seguinte. 

Competência 4: modelo dissertativo-argumentativo

A quarta competência é global e avalia o texto de uma forma geral. Os corretores querem saber se todo seu texto mantém uma linha de raciocínio lógica (seja de forma mais pontual entre as orações, ou mais geral entre as ideias do texto).  Além disso, aqui é o momento de demonstrar que você sabe construir um texto no molde dissertativo-argumentativo

A boa notícia é que a estrutura desse gênero é bastante simples: basta dividir a redação em três partes principais. Na primeira, a introdução, você dará o contexto do assunto e apresentará sua tese sobre o tema. Atenção: tese e tema não são a mesma coisa! A tese apresenta o seu posicionamento sobre o tema, que você defenderá por meio de argumentos na segunda parte. 

Essa segunda parte (que pode ser desenvolvida em até dois ou até três parágrafos curtos) é chamada de desenvolvimento. Chegou a hora de mostrar por que sua tese é válida por meio de dados, exemplos e outras informações que ajudem a construir bons argumentos. 

Por fim, você vai concluir seu texto no último parágrafo, retomando sua tese e apresentando uma proposta de intervenção para agir sobre o problema colocado. A proposta de intervenção é tão importante que a última competência é voltada só para ela!

Competência 5: proposta de intervenção

A conclusão da redação do Enem é um pouco diferente da exigida nos outros vestibulares, que pedem apenas que você retome sua tese e confirme a argumentação. Aqui, você precisa oferecer uma proposta de intervenção para agir sobre o problema colocado, diminuindo seus efeitos ou até o eliminando.

Para atingir uma boa nota nessa competência, você precisa pensar em uma solução realmente prática e efetiva: quais setores da sociedade precisam ser mobilizados? Como as iniciativas para a mudança serão financiadas? Como essas iniciativas serão postas em prática? Que resultados pretende-se alcançar com isso? Para entender melhor como montar uma boa proposta de intervenção, vale ler um texto que já publicamos aqui no GUIA só sobre este assunto.

E aí, preparado para sua nota mil na redação do Enem?

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Mackenzie abre inscrições para vestibular 2020

A Universidade Presbiteriana Mackenzie está com inscrições abertas para o vestibular 2020/1, que selecionará 4.035 estudantes para os seus campi na Grande São Paulo (Alphaville e Higienópolis) e em Campinas. Para quem quer concorrer às vagas em Campinas, o prazo para inscrição vai até 16/10 e a taxa é de R$ 50. Para os demais campi, as inscrições vão até 24/11 e a taxa custa R$ 100. A lista de cursos por unidade pode ser conferida no site da universidade

Assim como o período de inscrições, a data de aplicação das provas e de divulgação dos resultados varia de acordo com os campi. Em Campinas, a prova será aplicada em 26/10, a partir das 13h. Já o resultado sai no dia 8/11, e a segunda chamada, em 21/11.

Para os campi de Alphaville e Higienópolis, a prova está marcada para o dia 4/12, às 14h30, nas cidades de São Paulo e Barueri. O resultado será divulgado em 19/12 e outras chamadas serão feitas nos dias 15 e 23/1/2019.

As provas para todas as unidades serão compostas de questões objetivas de Português, Matemática, História, Geografia, Inglês, Física, Química e Biologia, além da redação. Apenas o curso de Arquitetura e Urbanismo tem uma prova de habilidades específicas, que será aplicada em São Paulo no dia 5/12.

Mais informações sobre o vestibular podem ser conferidas no edital ou no site da Mackenzie. 

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Como montar a lancheira escolar com amor – Brasil Escola

Confira como montar a lancheira escolar com amor por meio de dicas importantes de como demonstrar seu afeto até na hora do lanche dos seus filhos.
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